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Série “Mulheres na Estrada” Librelato - Ruzi Mel

08/03/2021 Notícias Librelato
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  • Conheça hoje a história de Ruzimelia Basso, a Ruzi Mel, caminhoneira há 14 anos e exemplo de versatilidade

 

Mulheres caminhoneiras sofrem preconceito diariamente nas estradas. No entanto, o que muita gente desconhece, é que elas são mais cautelosas que o sexo oposto, proporcionando inclusive, uma economia significativa para as empresas contratantes quando se trata de acidentes, manutenção e multas.

Por isso, as condutoras da boleia têm muito a oferecer ao segmento frotista e o cenário de atuação para essas profissionais está se consolidando um pouco mais. Em todo o país, há quase 180 mil mulheres aptas para dirigir caminhão.

Entre elas está Ruzimelia Basso, 53 anos, de São Paulo - SP, que gosta de ser chamada de Ruzi Mel e que está na estrada há 14 anos. “Quando comecei na estrada, mesmo não sendo muito comum mulheres na boleia, foi muito bom pra mim, pois eu entrei numa empresa que contratava mulheres sem experiência, bastava ter a carta D”, conta a profissional.

“Eu trabalhava em escritório e fiquei desempregada, e através de um vizinho fiquei sabendo da empresa que a mulher dele trabalhava, onde se contratavam mulheres. Tirei minha carta D e fui tentar, depois de um ano me chamaram e estou nesse ramo até hoje”, conta.

Sobre o mercado de trabalho para mulheres, Ruzimelia afirma haver uma melhora: “Hoje em dia está bem melhor que antes, mas ainda existe muito preconceito”.

Isso se comprova em números. De acordo com pesquisa “Perfil dos Caminhoneiros 2019”, publicada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), cerca de 99,5% dos entrevistados eram homens, já as mulheres representam 0,5% da comunidade.
 

Versatilidade na profissão

Pesado, semi-pesado, baú, caçamba, pipa. A versatilidade de Ruzimelia na estrada se comprova com a experiência da caminhoneira ao dirigir diversos tipos de caminhão.

“Já transportei produtos diversos na primeira empresa, transportei televisão, notebook, câmera fotográfica, e na última empresa que trabalhei  fazia coleta de madeira e entulho nas ruas e descarregava no aterro sanitário. Também lavava feira com caminhão pipa”, conta a especialista.

Além dos variados tipos de caminhão e produtos transportados, Ruzimelia também tem grande experiência em diferentes rotas: “já fiz São Paulo, capital, e também interior e outros estados”.

Sobre a Librelato, Ruzimelia destaca: “Não tive ainda a oportunidade de trabalhar com um implemento da marca, mas espero poder em breve. Vemos o quanto a empresa é séria, dedicada e preocupada em trazer oportunidades para as mulheres na boleia.”

Com toda essa experiência e versatilidade, Ruzimelia hoje está sem emprego e em busca de uma nova oportunidade. Fica aí a recomendação da Librelato para as transportadoras que nos acompanham.

 

MULHERES NA ESTRADA

Este conteúdo é o segundo de uma série. O objetivo da Librelato neste projeto é o de valorizar as profissionais da estrada por meio de suas histórias e desafios diários.

Não deixe de acompanhar os próximos episódios e, se você for mulher caminhoneira e quiser contar a sua história, entre em contato conosco, por meio do e-mail marketing@librelato.com ou do WhatsApp (48) 99133.3907.

 

 

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